Tic Tac, Tic Tac
O relógio não pára, continua a uma velocidade vertiginosa! E a tendência está a agravar-se. Quando haverá tempo para parar e perceber que não estamos melhor, pelo contrário, estamos cada vez pior. Mesmo que desconfie do que a imprensa diz, não posso deixar de estar atenta às "gordas" nos jornais, ou pior ainda, que hoje em dia é o que a maioria lê, as gordas dos posts no Facebook.
Hoje acordei, fiz café de saco. Isto de comprar cápsulas já não acontece há algum tempo, pelo custo e também pela pachorra de estar horas na fila. Adiante, fiz café de saco, sentei-me ainda de pijama e comecei a ler os jornais online.
Não estou surpreendida!
Mais do mesmo, pensei.
Esta inércia de já não esperar mudança, assusta-me.
Hoje o Jerónimo de Sousa, (e que fique claro que não demontra qualquer orientação política da minha parte) diz: - "...preso na armadilha da dívida e continuará à mercê da especulação e da chantagem, hoje com o argumento do défice, amanhã com o argumento da recessão ou do fraco crescimento...", assustei-me outra vez.
Finalmente percebi que o que nos está a acontecer, a nós e aos restantes PIGS, não passa de um argumento telenovelesco com requintes de malvadez. Senão vejámos,
encaremos então, cada dia, cada episódio. Sendo que cada dia surge algo novo, mais grave, mais dramático, e que poderá mudar a direcção da conjectura actual. Não esquecer que para uma telenovela ter sucesso tem que ter muitas lágrimas, muito drama e acima de tudo, situaçoes altamente improváveis de acontecer.
Estão a seguir-me?
Então vamos continuar.
Todas as telenovelas têm um enredo, no nosso caso é: o que levar um país ao caos político, financeiro cuja primeira vítima é o estado social. Depois só temos que identificar os "núcleos", são estórias paralelas às personagens principais, que de uma maneira, ou de outra, se cruzam em determinado momento.
O protagonista já todos sabemos quem é. O núcleo do momento tem Jardim no nome. Estamos então atentos ao que se passa nesse núcleo e já a pensar: " Ui... isto é só o começo...", não senhores, não é só o começo, é o continuar da novela, afinal já devemos estar no episódio nº238.
Estou cansada, direi até, fartinha. Arranjem outra coisa para ver. Senão, vou para a fila comprar cápsulas de café. Pode ser que haja alguma edição limitada, tipo, café com caril.
A vida nela
Domingo, 18 de Setembro de 2011
Segunda-feira, 5 de Setembro de 2011
Posição Fetal
Hoje Freddie Mercury faria 65 anos e pergunto-me se sei dar a resposta ao tema "Who wants to life forever" já pensei que sim, mas a questão das rugas é algo que me apoquenta.
Aparte isso, há outra questão que me perturba, de que é que vale viver para sempre se teremos que passar, constantemente, pelas mesmas provações?
Faz hoje dois dias que dou por mim a... quase... ter a certeza que andamos todos enganados. Isso de fazer o bem que nos ensinaram na catequese, ou no raio que o parta, está errado. Tarde descobriremos que o mal é que é bom! Isso da justiça divina, karma, o que seja, é só uma balela que nos querem convencer ser verdade. Para quê? Para sermos os otários? Claro, assim fica mais espaço para os outros.
Do que serve a consciência afinal? É um peso, um empecilho!
Estou cansada de assistir ao triunfo dos desocupados e à glória dos mafarricos.
Considero pois, a hipótese de juntar-me a este pequeno grupo de pessoas que de uma maneira, ou de outra se safa.
Estamos rodeados de exemplos, em todo o lado, tenciono, então, começar a "foder" o próximo, só porque sim!
Posto isto, nunca mais vou adormecer pesarosa e em posição fetal porque desconfio ter praticado o mal.
Tomo um xanax que logo passa!
Aparte isso, há outra questão que me perturba, de que é que vale viver para sempre se teremos que passar, constantemente, pelas mesmas provações?
Faz hoje dois dias que dou por mim a... quase... ter a certeza que andamos todos enganados. Isso de fazer o bem que nos ensinaram na catequese, ou no raio que o parta, está errado. Tarde descobriremos que o mal é que é bom! Isso da justiça divina, karma, o que seja, é só uma balela que nos querem convencer ser verdade. Para quê? Para sermos os otários? Claro, assim fica mais espaço para os outros.
Do que serve a consciência afinal? É um peso, um empecilho!
Estou cansada de assistir ao triunfo dos desocupados e à glória dos mafarricos.
Considero pois, a hipótese de juntar-me a este pequeno grupo de pessoas que de uma maneira, ou de outra se safa.
Estamos rodeados de exemplos, em todo o lado, tenciono, então, começar a "foder" o próximo, só porque sim!
Posto isto, nunca mais vou adormecer pesarosa e em posição fetal porque desconfio ter praticado o mal.
Tomo um xanax que logo passa!
Quarta-feira, 31 de Agosto de 2011
Say what?!?!
Durante quase um mês recebi uma turista do Canadá e pouco mais fiquei a saber sobre o país que divide a América do Norte com os Estados Unidos. Não é que não tenham nada de interessante para mostrar, que eu saiba até é um país com dispinibilidade para testar formatos nas mais variadas àreas, no entanto, não houve nada que estimulasse a minha atenção, fora o facto da minha amiga ser da cidade mais perigosa do país e eu ter considerado lá ir.Só para terem uma ideia, há algum tempo, um jovem nos seus vinte e poucos anos entrou num autocarro e decapitou um ilustre desconhecido sem razão aparente. Esquizófrenia, disseram os entendidos.
Não nos safamos do Rei Ghob alegar a mesma condição.
Adiante, aparte deste episódio que despertou o meu lado mais macabro não houve nada que, politica ou economicamente, despertasse o meu interesse. Não porque são pacatos ao ponto de nada se passar, a minha amiga é que não sabia falar sobre o tema. Dizia ela que era algo que não ocupava espaço na sua vida, e pouco sabia dizer-me. Sorte a deles que não tem que se preocupar com uma coisa chamada Segurança Social.
Será que esta apatia previne dores de cabeça? Talvez. Mas atrás dela vem também uma conciência quase-morta.
Perturbador? Perturbador foi ouvir um elogio quanto aos meus conhecimentos históricos e geográficos da nossa velha Europa, alguns pormenores que penso serem do conhecimento comum. De facto, é que somos conhecedores de vários séculos que nos antecederam e mantemos os olhos postos no futuro como se a história estivesse a ser escrita todos os dias, porque está!
Entre estilo manuelino, a alemã Angela, as antigas colónias, brincos à rainha, fado em Alfama, dívida pública, vinho e pasteis de nata, a minha amiga do Canadá saberá contar um pouco mais deste país que não se governa, nem se deixa governar.
Rachel thank you for spending your money over here! Signed: Portugal
Não nos safamos do Rei Ghob alegar a mesma condição.
Adiante, aparte deste episódio que despertou o meu lado mais macabro não houve nada que, politica ou economicamente, despertasse o meu interesse. Não porque são pacatos ao ponto de nada se passar, a minha amiga é que não sabia falar sobre o tema. Dizia ela que era algo que não ocupava espaço na sua vida, e pouco sabia dizer-me. Sorte a deles que não tem que se preocupar com uma coisa chamada Segurança Social.
Será que esta apatia previne dores de cabeça? Talvez. Mas atrás dela vem também uma conciência quase-morta.
Perturbador? Perturbador foi ouvir um elogio quanto aos meus conhecimentos históricos e geográficos da nossa velha Europa, alguns pormenores que penso serem do conhecimento comum. De facto, é que somos conhecedores de vários séculos que nos antecederam e mantemos os olhos postos no futuro como se a história estivesse a ser escrita todos os dias, porque está!
Entre estilo manuelino, a alemã Angela, as antigas colónias, brincos à rainha, fado em Alfama, dívida pública, vinho e pasteis de nata, a minha amiga do Canadá saberá contar um pouco mais deste país que não se governa, nem se deixa governar.
Rachel thank you for spending your money over here! Signed: Portugal
Terça-feira, 9 de Agosto de 2011
Só mais um, vá lá!
Nome: Carla
Idade: 21
Localidade: Loures
Habilitações literárias: Graças a Bolonha é rapidinho acabar o curso.
A Carla já soma três festivais de verão. Um pagou do bolso dos pais, o outro ganhou num passatempo e o terceiro foi oferta do namorado.
A Carla gosta muito de festivais mas não percebe nada de música, a música para ela é só um acessório porque o que ela gosta mesmo nos festivais? Brindes... os brindes.
Estes são encontrados em cada barraca espalhada pelo recinto, desde operadoras móveis, óculos ou refrigerantes, a Carla vai a todas. Objectivo? Ficar o mais parecida com um espantalho para depois tirar fotografias e postar no Facebook.
São filas e filas de candidatos a um chapéu de cor duvidosa com um design ainda mais duvidoso, não posso censurar o marketing das ditas marcas porque isto da crise faz com que sejam escolhidos os modelos mais modestos.
Campanhas eleitoraias "ponham-se a pau", os tempos de bandeirolas e canetas ofertadas à debandada está a terminar e a ceder o lugar aos festivais de verão.
Aqui fica o meu recado aos departamentos de marketing, a marca até pode estar visível a todos, no entanto, é efémera. Quem, no seu juizo normal, confia na memória daqueles que bebem vodka limão quente numa garrafa de litro e meio de coca-cola? Pois...
Quando pedi a opinião da Carla no que toca ao concerto da Amy Winehouse ela respondeu, "hum... foi fixe", e aqui, o "x" está correctamente colocado.
Idade: 21
Localidade: Loures
Habilitações literárias: Graças a Bolonha é rapidinho acabar o curso.
A Carla já soma três festivais de verão. Um pagou do bolso dos pais, o outro ganhou num passatempo e o terceiro foi oferta do namorado.
A Carla gosta muito de festivais mas não percebe nada de música, a música para ela é só um acessório porque o que ela gosta mesmo nos festivais? Brindes... os brindes.
Estes são encontrados em cada barraca espalhada pelo recinto, desde operadoras móveis, óculos ou refrigerantes, a Carla vai a todas. Objectivo? Ficar o mais parecida com um espantalho para depois tirar fotografias e postar no Facebook.
São filas e filas de candidatos a um chapéu de cor duvidosa com um design ainda mais duvidoso, não posso censurar o marketing das ditas marcas porque isto da crise faz com que sejam escolhidos os modelos mais modestos.
Campanhas eleitoraias "ponham-se a pau", os tempos de bandeirolas e canetas ofertadas à debandada está a terminar e a ceder o lugar aos festivais de verão.
Aqui fica o meu recado aos departamentos de marketing, a marca até pode estar visível a todos, no entanto, é efémera. Quem, no seu juizo normal, confia na memória daqueles que bebem vodka limão quente numa garrafa de litro e meio de coca-cola? Pois...
Quando pedi a opinião da Carla no que toca ao concerto da Amy Winehouse ela respondeu, "hum... foi fixe", e aqui, o "x" está correctamente colocado.
Sexta-feira, 29 de Julho de 2011
post+comentário= hater
Será que também sou?
Será que está a ter o mesmo efeito em mim?
Já há algum tempo que venho a descobrir um padrão de acção, que ao contrário do que se possa pensar, não deveria passar despercebido.
Depois de Geração X nasceu a geração à rasca, hoje, qual João Baptista do século XXI batizo-a de geração "Hater".
Estamos perante uma amalgama de seres humanos que de forma desplicente e arrogante entende ser detentor da verdade absoluta, sem que para isso tenha passado um único segundo com o Dalai Lama.
Consultem o vosso facebook senhores, consultem.
Vivemos tempos dos comentários e dos likes, mas também da agressão gratuita. Não tens a mesma opinião que eu? Então procura a varanda mais próxima. Não é uma acção imediata, digamos que é progressiva, depois de uma volta completa no carrocel "refutoeu+refutatu", em segundos vemos algo mais. Esse algo mais está vulgarmente adormecido, envergonhado mas assim que sentimos um vibração que se traduz em :" Ai é, ai é? Então é assim... já te entalo", lê-mos a total ausência de humildade, respeito e cuidado.
Não vou alegar que as pessoas se sentem mais protegidas pelo ecran, porque isso é já algo estudado em psicologia. É um facto. O problema é encarar as mesmas pessoas que insultamos há 10 minutos, impávidos e serenos.
Já gostamos um bocadinho menos deles? Talvez... Mas, se amanhã fizer um comentário mais agradável ao meu post, talvez mude de opinião.
Começo a achar que o Rui Veloso é que tinha razão, "não se ama alguém que não ouve a mesma canção".
Começo a achar também, que o meu gira-discos velhinho precisa que alguém lhe limpe a agulha.
Será que está a ter o mesmo efeito em mim?
Já há algum tempo que venho a descobrir um padrão de acção, que ao contrário do que se possa pensar, não deveria passar despercebido.
Depois de Geração X nasceu a geração à rasca, hoje, qual João Baptista do século XXI batizo-a de geração "Hater".
Estamos perante uma amalgama de seres humanos que de forma desplicente e arrogante entende ser detentor da verdade absoluta, sem que para isso tenha passado um único segundo com o Dalai Lama.
Consultem o vosso facebook senhores, consultem.
Vivemos tempos dos comentários e dos likes, mas também da agressão gratuita. Não tens a mesma opinião que eu? Então procura a varanda mais próxima. Não é uma acção imediata, digamos que é progressiva, depois de uma volta completa no carrocel "refutoeu+refutatu", em segundos vemos algo mais. Esse algo mais está vulgarmente adormecido, envergonhado mas assim que sentimos um vibração que se traduz em :" Ai é, ai é? Então é assim... já te entalo", lê-mos a total ausência de humildade, respeito e cuidado.
Não vou alegar que as pessoas se sentem mais protegidas pelo ecran, porque isso é já algo estudado em psicologia. É um facto. O problema é encarar as mesmas pessoas que insultamos há 10 minutos, impávidos e serenos.
Já gostamos um bocadinho menos deles? Talvez... Mas, se amanhã fizer um comentário mais agradável ao meu post, talvez mude de opinião.
Começo a achar que o Rui Veloso é que tinha razão, "não se ama alguém que não ouve a mesma canção".
Começo a achar também, que o meu gira-discos velhinho precisa que alguém lhe limpe a agulha.
Quinta-feira, 28 de Julho de 2011
O título é aquela música dos Guns N'Roses
A paciência escasseia por este ou por aquele motivo.
Não tenho paciência quando o pó assenta nos móveis meia-hora depois de os limpar.
Não tenho paciência para quando entalam o meu carro e tenho que buzinar para que o venham tirar.
Não tenho paciência para mulheres que conduzem de queixo para a frente como se fossem a Jennifer Aniston.
Não tenho paciência para quem me contraria.
Não tenho paciência para quem não faz ou diz o que quero.
Mas, há algo para a qual eu não tenho paciência, se é que ainda não me tinha explicado muito bem,não tenho paciência para virus. Nas suas mais variadas caras ou formas.
-"Na dúvida vai sempre ver ao dicionário", dizia a minha mãe, e como bem mandada que sou lá consultei:
vírus (ví-rus)
s. m.
Biologia. Micróbio responsável por doenças contagiosas: o vírus da poliomielite.
Vírus filtrável, micróbio invisível ao microscópio comum, cuja dimensão é de 20 a 300 milimícrons, bla bla bla...bla bla bla...
Peço desculpa aos mais curiosos, que de facto gostariam de saber o que resta na descrição mas eu simplifico: Trata-se de algo que se propaga e ocupa espaço, espaço saudável e prometedor.
Frente a frente com o atacante há duas possíveis atitudes, ou ceder e esperar que enjoe e procure outro corpo hospedeiro, ou reagir e lutar sem piedade até o virus... hum... encontrar outro corpo hospedeiro. Uma coisa é certa, haverá outra vítima, outro ser capaz de suportar o insuportável.
Ainda não sei qual será a opção mais viável, mas podemos sempre ir alternando entre uma e outra.
Ui! Usei o gerúndio! Acredito estarmos perante um efeito secundário desta invasão viral.
Antibiótico Senhor... Antibiótico!
Não tenho paciência quando o pó assenta nos móveis meia-hora depois de os limpar.
Não tenho paciência para quando entalam o meu carro e tenho que buzinar para que o venham tirar.
Não tenho paciência para mulheres que conduzem de queixo para a frente como se fossem a Jennifer Aniston.
Não tenho paciência para quem me contraria.
Não tenho paciência para quem não faz ou diz o que quero.
Mas, há algo para a qual eu não tenho paciência, se é que ainda não me tinha explicado muito bem,não tenho paciência para virus. Nas suas mais variadas caras ou formas.
-"Na dúvida vai sempre ver ao dicionário", dizia a minha mãe, e como bem mandada que sou lá consultei:
vírus (ví-rus)
s. m.
Biologia. Micróbio responsável por doenças contagiosas: o vírus da poliomielite.
Vírus filtrável, micróbio invisível ao microscópio comum, cuja dimensão é de 20 a 300 milimícrons, bla bla bla...bla bla bla...
Peço desculpa aos mais curiosos, que de facto gostariam de saber o que resta na descrição mas eu simplifico: Trata-se de algo que se propaga e ocupa espaço, espaço saudável e prometedor.
Frente a frente com o atacante há duas possíveis atitudes, ou ceder e esperar que enjoe e procure outro corpo hospedeiro, ou reagir e lutar sem piedade até o virus... hum... encontrar outro corpo hospedeiro. Uma coisa é certa, haverá outra vítima, outro ser capaz de suportar o insuportável.
Ainda não sei qual será a opção mais viável, mas podemos sempre ir alternando entre uma e outra.
Ui! Usei o gerúndio! Acredito estarmos perante um efeito secundário desta invasão viral.
Antibiótico Senhor... Antibiótico!
Sexta-feira, 1 de Julho de 2011
Viva a Liberdade
Após ter consultado a falível wikipédia fica esclarecido que: O princípio de inocência ou presunção da inocência é um princípio jurídico aplicado ao direito penal que estabelece a inocência como regra.
Posto isto, calem-se aqueles que, tal como eu, antes mesmo de Carlos Cruz ser julgado já o consideravam culpado. O mesmo aconteceu com o senhor de idade, ex director geral do FMI, Dominique Strauss-Kahn.
Segundo notícias avançadas por vários órgãos de comunicação social, a justiça norte-americana decidiu libertar o suspeito sob pena do testemunho da alegada vítima apresentar algumas incertezas. Basicamente, o pobre do homem foi, se me permitem, endrominado, mais muito ainda há por decidir. Cá estaremos para descobrir onde termina esta novela.
Por outro lado, cerca de sete horas de distância de Nova Iorque aterramos em Felgueiras, onde hoje é também tema de conversa jurídica.
Consta, portanto, que a Miss Saco Azul e também vencedora do prémio fotogenia no ano de 2004, foi absolvida de todos os crimes de que era acusada no âmbito do processo do qual era acusada, o Caso do Saco. Ao que parece, os factos estavam prescritos!
O que retiramos disto tudo? Uns são enganados e outros enganam, o que demonstra uma certa dinámica interessante e que torna os nossos dias bem mais animados com demonstrações no facebook do género "Eu já sabia...".
Aguardamos então novos desenvolvimentos.
Já agora, para quando a absolvição de Vale e Azevedo.
Posto isto, calem-se aqueles que, tal como eu, antes mesmo de Carlos Cruz ser julgado já o consideravam culpado. O mesmo aconteceu com o senhor de idade, ex director geral do FMI, Dominique Strauss-Kahn.
Segundo notícias avançadas por vários órgãos de comunicação social, a justiça norte-americana decidiu libertar o suspeito sob pena do testemunho da alegada vítima apresentar algumas incertezas. Basicamente, o pobre do homem foi, se me permitem, endrominado, mais muito ainda há por decidir. Cá estaremos para descobrir onde termina esta novela.
Por outro lado, cerca de sete horas de distância de Nova Iorque aterramos em Felgueiras, onde hoje é também tema de conversa jurídica.
Consta, portanto, que a Miss Saco Azul e também vencedora do prémio fotogenia no ano de 2004, foi absolvida de todos os crimes de que era acusada no âmbito do processo do qual era acusada, o Caso do Saco. Ao que parece, os factos estavam prescritos!
O que retiramos disto tudo? Uns são enganados e outros enganam, o que demonstra uma certa dinámica interessante e que torna os nossos dias bem mais animados com demonstrações no facebook do género "Eu já sabia...".
Aguardamos então novos desenvolvimentos.
Já agora, para quando a absolvição de Vale e Azevedo.
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